Você já tentou de tudo e a dor voltou. Talvez a causa nunca tenha sido investigada.
A Avaliação Funcional da ATM não é um exame de imagem que diz "está tudo normal". É uma investigação clínico-funcional que procura onde sua mandíbula está, onde deveria estar e por que existe diferença — com medição objetiva por eletromiografia.
Resposta em até 2h em dias úteis
- CRO-BA 6713
- Pós-graduado em Patologia e Disfunção da ATM
- AMBO · ALADO · ABOR
A maioria dos tratamentos trata o sintoma. Aqui, a gente investiga a causa.
Se você já tentou placa de bruxismo, fisioterapia ou anti-inflamatório — e nada resolveu de verdade — é provável que exista uma disfunção da ATM que nunca foi realmente investigada. A avaliação funcional responde três perguntas que, sem resposta, transformam qualquer placa ou ajuste em tentativa e erro:
Onde sua mandíbula está?
Em que posição ela se fecha habitualmente — e o que isso significa para a articulação.
Onde ela deveria estar?
Qual é a posição de menor compressão articular, onde existe equilíbrio real.
Por que há diferença?
Quais músculos estão sobrecarregados e quais estão inibidos — e o que recondiciona esse padrão.
Com essas respostas, é possível montar um protocolo que funciona — porque é baseado em dados objetivos, não em suposições.
A avaliação é o ponto de partida para quem convive com:
Você não precisa sentir todos esses sinais. Quando um ou mais entram na rotina, a causa merece investigação. Toque no seu sintoma e me conte pelo WhatsApp.
Dor na mandíbula (ATM)
Dor na articulação ao mastigar, abrir a boca ou em repouso.
Bruxismo
Apertamento noturno ou de vigília, dentes desgastados.
Dor de cabeça matinal
Ao acordar ou ao longo do dia, sem explicação clara.
Estalido ou crepitação
Ruídos na articulação ao abrir, fechar ou mastigar.
Mandíbula travada
Limitação de abertura ou dificuldade para mastigar.
DTM que não melhorou
Disfunção diagnosticada sem resposta ao tratamento convencional.
Zumbido no ouvido
Zumbido ou sensação de ouvido tampado associado à mandíbula.
Prevenção
Você não precisa estar em crise para procurar uma avaliação.
A disfunção articular tem uma fase subclínica — já instalada, mas sem expressão plena de sintomas — que pode durar anos. Quanto mais cedo o diagnóstico, mais simples o tratamento.
A primeira consulta não começa moldando dentes. Começa perguntando — e medindo.
Seis etapas que transformam queixa em dado objetivo, na sequência que faz cada uma fazer sentido.
Anamnese funcional detalhada
Quando começou, o que piora, o que alivia, qualidade do sono, padrão respiratório, postura e gatilhos. Esse mapa orienta tudo que vem depois.
Exame clínico da articulação e musculatura
Palpação cuidadosa da ATM e dos músculos mastigatórios — masseter, temporal, pterigóideos —, mobilidade, ruídos e simetria de movimento.
Desprogramação neuromuscular
Antes de medir, desfazemos o padrão habitual de fechamento condicionado pela disfunção. Sem isso, o que se mede é a posição compensada, não o equilíbrio real.
Eletromiografia (EMG)
Registra a atividade elétrica de cada músculo mastigatório e identifica quais estão sobrecarregados e quais estão inibidos. Medição objetiva, não impressão.
Posição de melhor conforto articular
Com os dados em mãos, identificamos onde a mandíbula encontra o menor índice de compressão articular — o ponto de partida e o alvo de qualquer intervenção.
Exames complementares quando indicados
Tomografia da ATM para avaliação óssea, ressonância em suspeita de deslocamento de disco, encaminhamento para medicina do sono quando há sinais de apneia.
"Quem faz avaliação convencional vê uma dor. Quem faz avaliação funcional vê a razão pela qual aquela dor existe — e consegue corrigir a causa, não apenas mascarar o sintoma."
O que o tratamento pode incluir
Cada protocolo é montado individualmente, conforme o mapa clínico de cada paciente. As possibilidades variam:
Dispositivo intraoclusal de uso integral
Desenvolvido com base em dados objetivos de EMG, após deprogramação muscular eletrônica. Reposiciona a mandíbula na posição de melhor conforto articular — não é placa comum.
Reabilitação articular
Intervenção direta na mobilidade, na inflamação e no padrão de movimento da ATM quando há disfunção instalada.
Repadronização neuromuscular
Para o bruxismo de vigília — técnicas que ensinam seu sistema nervoso a não recrutar esses músculos automaticamente.
Abordagem multidisciplinar
Quando indicado: fisioterapia orofacial, medicina do sono ou outros profissionais habilitados, conforme o mapa clínico.
Importante: o tratamento é construído com base em dados — não em promessas. Não há "garantia de cura", mas há uma metodologia que funciona porque foi individualizada para você.
Dr. Marcelo Chiarini
Formado na escola neurofisiológica de Jorge Learreta (Argentina), com foco em investigação clínico-funcional e diagnóstico integral da ATM. 19 anos de prática dedicada ao tratamento de disfunção temporomandibular, bruxismo e dor orofacial.
Recebo pacientes que já passaram por 5, 7, 10 profissionais — e pacientes que ainda estão tentando entender se o que sentem merece atenção. A pergunta, quase sempre, é a mesma: "por que ninguém encontrou a causa?"
- Registro
- CRO-BA 6713 · desde 2006
- Formação
- Pós-graduado em Patologia e Disfunção da ATM
- Associações
- AMBO · ALADO · ABOR
- Atendimento
- Salvador (presencial) · híbrido para outros estados
Antes de agendar, você precisa entender.
Quanto tempo leva a avaliação funcional?+
Entre 60 e 90 minutos. Inclui anamnese, exame clínico, desprogramação, eletromiografia e o posicionamento da mandíbula. Não é um exame rápido — precisa de tempo para ser feito corretamente.
Dói a eletromiografia (EMG)?+
Não. O aparelho registra a atividade elétrica natural dos músculos. Você sentirá pequenos eletrodos na pele, mas não há estímulo elétrico doloroso ou incômodo.
Preciso estar em crise para fazer a avaliação?+
Não. A disfunção da ATM tem uma fase subclínica — já presente, mas sem expressão plena de sintomas. Muitos pacientes procuram avaliação de forma preventiva, porque já sentiram sinais. Quanto mais cedo, melhor.
Qual a diferença entre esta avaliação e a do dentista convencional?+
O dentista convencional foca em estrutura — dentes alinhados, oclusão. A avaliação funcional investiga como a mandíbula se move, onde ela se posiciona, por que há desequilíbrio e quais músculos estão envolvidos. São perspectivas complementares, mas completamente diferentes.
E se a avaliação indicar tratamento com médico ou psicólogo?+
Muitos casos de ATM têm componentes sistêmicos ou emocionais — estresse, qualidade do sono, fatores respiratórios. Se a avaliação indicar isso, você recebe encaminhamento para o profissional habilitado. O objetivo é resolver a causa completa, não apenas a parte mecânica.
Tem uma dúvida específica? Pergunte pelo WhatsApp — respondo pessoalmente em até 2h em dias úteis.
Aprofunde o tema.
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Ler artigo → AutoridadeSobre o Dr. Marcelo Chiarini
19 anos investigando a mesma pergunta: por que a dor persiste?
Conhecer →Se começou agora, vale investigar cedo.
Se já dura anos, vale entender por quê.
A avaliação funcional é o ponto de partida. A partir dela, você recebe um plano construído sobre os seus dados — não sobre o "bruxismo genérico" ou a "dor de mandíbula comum".
Agenda aberta · resposta em até 2h em dias úteis
Esta página contém informações educacionais sobre a avaliação funcional da ATM e não substitui diagnóstico ou tratamento profissional. Sempre consulte um profissional habilitado antes de iniciar qualquer tratamento. Os resultados variam conforme o caso clínico individual.
Dr. Marcelo Chiarini · Cirurgião-Dentista · CRO-BA 6713 · Salvador, BA.